Desejos mínimos e fúteis,
Necessidades complexas e abrangentes,
Pedido, súplica ou vontade?
Nada a escolher, tudo a perder.
Queremos vitórias e alegrias,
Queremos o amor, a vida,
A infância realmente aproveitada,
Sem que a adolescência seja censurada.
Rios de sangue correm pelas cidades
Mortos, feridos e esquartejados,
Sonhos, futuros e vidas
A esmo por aí levados.
O que separa o homem
da humildades e da ganância?
Um imenso abismo,
Talvez uma tênue linha,
Ou simplesmente a ignorância.
Texto esse que gerou tema de uma música com o mesmo título, crédito a Wiliam J. Koester que a compôs. Quando ela estiver pronta tento postá-la ;)
Um comentário:
pouco (em ambito geral) para os que pensam pouco, muito para os que pensam (ao menos) mais que os poucos que pensam pouco.
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