Vários heróis passaram por nossa história. Desde d. Pedro I que gloriosamente proclamou a Independência do Brasil e o afundou na dívida externa, até Anita e Giuseppe Garibaldi, os “heróis dos dois mundos”
Em meio a covardes e aventureiros são poucos os que recebem feriados nacionais como o idolatrado Joaquim José da Silva Xavier, famoso Tiradentes. Todos aprendemos que ele foi o maior idealista do fim da dependência brasileira com Portugal, que lutou por seus idéias bravamente, mas que traído por um amigo teve seu triste fim na forca.
Quando se analisa os fatos, porque lutou “bravamente”? Se a Inconfidência Mineira, da qual foi mentor, nem ao menos saiu do papel? Seria realmente ele aquele senhor branco com longas barbas ou um mulato de classe mais avantajada dando sorte ao azar?
Pode-se imaginar um governante sem carisma e confiança de um povo desacreditado, que em um ato sem pensar escolhe um nome do passado ao acaso para encorajar e recuperar a confiança de seu povo. Por que não Frei Caneca a quem carrasco algum quis matar? Ou D. Pedro II, inventor do parlamentarismo às avessas? Hoje teríamos nosso tão criticado presidente Lula, que segundo ele, teve sua mãe nascida incrivelmente analfabeta.
“A história, quando não se repete como farsa, se desenrola como ironia.”
Um comentário:
Brilhantemente ironico...assoprando para acender uma brasa semi-apagada só paravê-la apagar novamente, revirando o baú antigo e guardando-os novamente, recontando algo que provavelmente não nos foi contado corretamente...ADOREI
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